Poucas vezes o Brasil viveu o sentimento de euforia e indignação exigindo justiça. O caso dos quatro monstros que espancaram até a morte o dócil cão comunitário Orelha, em uma Praia em Florianópolis , semana passada, mobilizou o pais, Graças ao poder das redes sociais, o caso chocou a comunidade internacional Nos Estados Unidos, onde dois dos quatro assassinos foram enviados poucas horas após ao ato terrivel, o caso sensibilizou os norte americanos. Informações dão conta, que o governo Trump estaria pronto para exigir que os dois elementos sejam expulsos do pais e seus vistos cancelados. Na tarde desta quarta – feira (28), autoridades catarinenses, confirmaram que segundo as informações já definidas, concluíram que os quatro elementos, antes de matar o cão orelha, tentaram afogar no mar outro animal.
As investigações apontam que o animal teria sido levado ao mar no colo por um dos jovens, mas felizmente conseguiu escapar dos braços de um dos criminosos, A polícia realizou uma ação para investigar o caso, com o objetivo de cumprir três mandados de busca e apreensão nos endereços dos suspeitos pelas agressões. Segundo o delegado Ulisses Gabriel, além das buscas pelos adolescentes, um dos mandados que a polícia visou cumprir estava relacionado a um indivíduo que teria coagido uma testemunha ao longo da investigação policial.
As investigações começaram após uma denúncia de que um grupo de adolescentes seria o responsável pelo espancamento ao cachorro, que foi encontrado agonizando e precisou passar por eutanásia.
Senadores cobram rigor nas investigações e
defendem redução da maioridade penal.
O senador Wellington Fagundes (PL) se manifestou publicamente após a morte do cachorrinho Orelha, brutalmente torturado até a morte a pauladas por quatro monstros. No vídeo, o parlamentar classificou o caso como “crueldade extrema” e cobrou rigor nas investigações. Segundo Fagundes, por se tratarem de menores de idade, há o risco de que não haja punição proporcional à brutalidade cometida. Diante disso, reafirmou sua defesa da redução da maioridade penal.
O senador Flávio Bolsonaro ( PL) também usou as redes sociais para expressar a sua indignação ao ocorrido. Ele ressaltou que há denúncias graves envolvendo o caso e defendeu que todas sejam apuradas com rigor, pelas autoridades competentes finalizando que o crime não pode ficar impune.



