Apesar das inúmeras manifestações da opinião pública, exigindo justiça pela morte do cão Orelha , o caso completou na última quinta – feira (5), um mês sem que de fato os quatro menores assassinos passassem a serem tratados pelas atrocidades que cometeram. Nos últimos 30 dias fatos lamentáveis aumentaram a ira dos manifestantes e da população em geral. O primeiro fato foi uma juíza de Florianópolis, responsável pelo caso da morte do cão, ter se afastado do processo. A magistrada declarou-se suspeita por motivo de foro íntimo, alegando ter amizade próxima com a família de um dos adolescentes investigados no crime. A decisão foi formalizada no dia 22 de janeiro de 2026, cerca de uma semana após o ocorrido.
Outro motivo de grande frustração , foi o judiciário do Estado ter se posicionado em defesa da “” integridade física “” dos quatro monstros. O Judiciário catarinense interveio no caso, visando garantir os “” direitos fundamentais e segurança dos adolescentes”” investigados, diante da forte mobilização popular e ataques nas redes sociais. Ou seja, a Justiça contra a opinião popular e defendendo os menores monstros. Medidas da Justiça determinando que plataformas digitais removam informações que permitam a identificação dos monstros , visando preservar sua integridade e cumprir o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). além de ter aberto uma investigação específica para apurar crimes de ameaça e contra a honra cometidos na internet contra os envolvidos. Pasmem ! um tapa na cara do Brasil.
A morte do cão Orelha completou um mês na última quinta-feira (5) sem que a Polícia Civil de Santa Catarina agisse de fato , com rigor encarando os quatro menores monstros como os únicos responsáveis pela atrocidade cometida ao cão Orelha. Segundo informações apuradas, o inquérito fraco ainda teria sofrido pressões direta das famílias dos menores monstros, aumentando ainda mais a sensação de impunidade . Nem mesmo o governador do Estado, Jorginho Melo, que nos primeiros dias, prometeu agir com firmeza, não apareceu mais na frente das câmaras para fazer valer sua palavra .
Apesar da forte interferência do poderio das famílias dos acusados, a inércia da justiça e da força policial local, as manifestações crescem a cada dia, brasileiros de diferentes estados, seguem clamando por JUSTIÇA, na esperança que este caso tenha o desfecho a altura da monstruosidade cometida ao cãozinho Otelha, que teve o seu direito negado de viver e ser feliz na praia Brava, onde semeava o amor.



