Turistas estrangeiros que vieram curtir a folia no Rio tem sido depenados como frangos em abatedouros.
Chegou o carnaval e com isso problemas que tem assolado a população como aumento dos alimentos, esquemas bilionários de corrupção em Brasilia, Saúde pública entubada, escândalos que sequer são lembrados pelos foliões e pela população de comunidades envolvidas com as escolas de samba. Nesses dias de folia, o Brasil se transforma em um paraíso, para tristeza do restante dos brasileiros, que se opôem aos 4 dias fantasiosos de alegria vazia.
Se para os foliões os problemas acabam durante a folia, para os turistas estrangeiros que chegam todos os dias ao Rio para passarem o feriado, o inferno logo começa quando deixam o Aeroporto Internacional ou a região Portuária., situada no centro da cidade. Centenas de bandidos de alta perigosidade, tem feito a limpa nos visitantes a vulgo “” Cidade Maravilhosa “”.
Portando facas, canivetes e até revolveres, os bandidos tem depenado os turistas antes mesmo de conseguirem chegar em seus hotéis. A polícia desorientada tenta reverter o quadro de caos , mas o problema da criminalidade é praticamente irreversível, fazendo jus á fama da cidade do Rio de Janeiro como uma das mais violentas do mundo.
Os blocos de carnaval começaram no início deste mês,com foliões e músicos das bandas assaltados por centenas de bandidos. Recentemente, turistas alemães foram espancados e roubados por um grupo de sete sanguinários adolescentes de rua ( bandidos de menor idade ) A consequência desta realidade, acabou sobrando para: restaurantes e bares tradicionais, como o Amarelinho,que acabaram registrando uma queda de 50% no faturamento, e funcionários estão saindo em grupos para evitar assaltos ao fim do expediente. Um terrível absurdo.
Enquanto a criminalidade segue apodrecendo o Rio de Janeiro,, o prefeito da cidade, Eduardo Paes já em clima de folia, com seu chapéu de palha cubano e vestindo uma camisa florida, segue compartilhando sua pré campanha ao governo do estado , como se a cidade estivesse vivendo um mar de rosas. No mínimo um comportamento de provocar náuseas
O Rio de Janeiro morreu e esqueceram de enterrar.



