Trajeto entre as cidades segue sendo interrompido pelas empresas de ônibus após as 2 horas da manhã.
A situação do transporte público noturno entre as cidades de São Gonçalo a Niterói continua crítico. As empresas de transporte de São Gonçalo, seguem interrompendo os seus serviços todos os dias, sempre a partir das 2 horas da madrugada, criando um impasse , deixando o público ” mofando nos pontos de ônibus.” Embora essa interrupção tenha sido criada para operar apenas durante o período da epidemia do Covid, o tempo passou, a COVID também e os ônibus noturnos não retornaram a operar. Os dois terminais rodoviarios, Alcântara e o Terminal de Niterói mais parecem espaços de figuração de filme de terror, sem ônibus, desertos e mal iluminados, para tristeza da população que precisa fazer a ligação entre as duas cidades vizinhas.
Já em Niterói, algumas linhas municipais tenham apresentado melhorias, relatos indicam dificuldades no retorno para casa e escassez de horários na madrugada. (Diga se de passagem menos pior que o transporte entre São Gonçalo a Niterói, já que os gonçalenses seguem sem qualquer esperança de regularizar o transporte noturno entre as cidades.
Em março de 2026, foi anunciado o reforço e retorno de algumas linhas noturnas (49 e 62) a partir das 23 h, com previsão de ampliação de algumas intermunicipais entre as duas cidades . Relatos de passageiros apontam que por incrível que pareça, ainda existam empresas com coletivos sem o ar condicionado, como por exemplo, a linha intermunicipal 400, além das intermináveis longas filas no terminal em Niteroi. Um absurdo!
Quem se sujeita a esperar o retorno do serviço após as madrugadas , nos terminais rodoviários nas duas cidades, demonstram toda insatisfação com o descaso. Eduardo Barbosa, professor de informática, relata que ás vezes opta por um serviço de aplicativo, mas não é sempre, ele criticou os empresários :
“” Fico revoltado, saio de Niterói tarde e ainda tenho que mofar no Terminal do centro para voltar para São Gonçalo. ‘ desabafou o professor Eduardo.
O Jornal EM DIA tentou contato com as empresas de ônibus afim de obter maiores esclarecimentos, sobre o tema, mas não obteve êxito. Seguimos vigilantes



