Foi enterrado na tarde da Ășltima segunda- feira (10) no CemitĂ©rio de SĂŁo Gonçalo, o piloto de helicĂłptero, Alessandro Rocha, que pilotava a aeronave no Ășltimo sĂĄbado ( 8) que acabou colidindo com uma encosta na Floresta da Tijuca, prĂłximo a Vista Chinesa. No acidente ainda morreram os colombianos Wendy Manrique (37) e SofĂa Murillo (17 ). Mas afinal de contas, o que estĂĄ acontecendo com o sistema aĂ©reo no Rio de Janeiro , com casos cada vez mais rotineiros de acidentes com helicĂłpteros ?
Meros 55 dias, separam o desastre das duas aeronaves que se chocaram tambĂ©m na zona Sul do Rio, para o ocorrido neste Ășltimo sĂĄbado. Registros cada vez mais frequentes que estĂŁo fazendo a opiniĂŁo pĂșblica cobrar explicaçÔes ao Cenipa e a Anac. Quantos acidentes ainda serĂŁo necessĂĄrios para que se defina uma fiscalização ainda mais rigorosa ? O acidente ocorrido no Ășltimo sĂĄbado (8), na Floresta da Tijuca, foi o quinto acidente aĂ©reo com vĂtimas fatais nos Ășltimos oito meses no estado Rio de Janeiro.
đ Como Ă© o helicĂłptero que caiu no Ășltimo sĂĄbado.
O helicĂłptero que caiu no Ășltimo sĂĄbado prĂłximo a Vista Chinesa no Rio de Janeiro, Ă© um Robinson R 44, modelo com capacidade para quatro ocupantes. A aeronave tinha situação regular no cadastro da Anac (AgĂȘncia Nacional de Aviação Civil). Ele tinha matrĂcula PP – MFS e foi fabricada em 2001. A identificação consta em comunicado da FAB (Força AĂ©rea Brasileira) sobre o inĂcio das investigaçÔes dos acidentes.



