Cidade do Rio tem dia de caos, com guerra, transportes públicos paralisados e uma cidade sitiada
Após o Governo Lula ter negado três vezes o apoio ao Governo Do Estado do Rio através da GLO ( Garantia da Lei e da Ordem ), a Segurança Pública do Rio, através de uma numerosa equipe de policiais civis e militares, iniciaram na manhã desta terça- feira (28) a Operação Contenção nos complexos do Alemão e da Penha, na zona norte do Rio. A ação busca cumprir 69 mandados de prisão de narco traficantes em 180 endereços diferentes. Até o momento, 30 suspeitos foram detidos e 4 morreram em confrontos com as forças de segurança.
O Governo do Estado do Rio, vinha contactando o Governo Lula, solicitando apoio logístico das forças armadas, no entanto o presidente petista, através do Ministério da Justiça, negou o pedido de auxilio, deixando para trás autoridades e população reféns do grande poder bélico dos narcotraficantes.
Durante a mega operação da polícia contra os criminosos, vias importantes chegaram a ser fechadas em vários bairros e regiões da cidade do Rio, como: a Rua do Riachuelo (Centro), Avenida Martin Luther King, Rua 24 de Maio, Autoestrada Grajaú-Jacarepaguá, Avenida Brasil (altura da Av. Brigadeiro Trompowski, na Maré; na altura do Piscinão de Ramos, em Ramos; na altura da Passarela 28, em Barros Filho entre outras pela cidade.
Se a cidade do Rio de Janeiro, viveu um dia de Haiti , do outro lado da ponte, a criminalidade se fez presente através de ações de bandidos incentivando saques em comércios e sequestros de coletivos na região. Ônibus foram sequestrados e atravessados na Rodovia Amaral Peixoto e Rodovia Niterói-Manilha (RJ-104), além de outros pontos de bloqueios na altura do Rio do Ouro, Arsenal e Vista Alegre. Em São Gonçalo, boatos de arrastão, causaram correria de populares, que lotaram os ônibus na volta para casa.
Ônibus sequestrados e tentativas de saques em comércios levam pavor a Niterói e São Gonçalo
Mostrando compromisso com a população, o governador Cláudio Castro, afirmou que o Governo Federal, abandonou o Estado do Rio de Janeiro.
“Estamos sozinhos nessa guerra, o governo federal negou apoio em três ocasiões para operações de segurança pública no estado”, frisou Castro.



