Ministro Alexandre de Moraes, editou versão do documento referente à serviços advocatícios do escritório de Viviane de Moraes a Daniel Vorcaro.
Uma bomba caiu sob o pais nas últimas horas, com o surgimento de graves denúncias contra o ministro do STF, Alexandre de Moraes, em seu envolvimento com o banqueiro e agora presidiário Daniel Vorcaro.
Moraes, teve acesso ao contrato de prestação de serviços advocatícios firmado entre o escritório da esposa dele, Viviane Barci de Moraes, e o banqueiro Daniel Vorcaro. A informação divulgada pelo jornal O Estado de São Paulo foi obtida a partir de metadados do documento e, depois, confirmada pelo próprio escritório Barci de Moraes, da esposa do ministro.
Segundo a nota do escritório, o setor de compliance teria solicitado informações a Alexandre de Moraes sobre impedimentos legais para a contratação, que não teriam sido encontrados.
A minuta do contrato foi enviada inicialmente por Viviane a Vorcaro em 11 de janeiro de 2024. Entre idas e vindas do arquivo para revisão e inclusão de cláusulas, uma versão do documento foi aberta e editada no sistema Office 363, da Microsoft, por um usuário identificado como “Ministro Alexandre de Moraes” às 23h04 de 15 de janeiro de 2024. O contrato final entre as duas partes previa que Vorcaro iria pagar um total de mais de R$ 131 milhões brutos para o Barci de Moraes. Na prática, o Banco Master fez 22 pagamentos de mais de R$ 3,6 milhões ao escritório de advocacia entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, quando o banqueiro foi preso e o Banco Central decretou a liquidação do Master.
Repercurssão Nacional e no Exterior e Pressão por
Impeachment do Ministro Alexandre de Morares .
A divulgação dos autos, fizeram com que Ministros da Corte admitissem reservadamente a extrema gravidade do caso. O ministro André Mendonça enviou o material para análise da PGR e estuda submeter ao plenário a inclusão de Moraes como investigado. Enquanto isso, no Senado, Parlamentares da oposição protocolaram imediatamente um novo pedido de impeachment contra Alexandre de Moraes. Os congressistas classificaram o magistrado como um “cadáver político e jurídico”. Nem mesmo o Palácio do Planalto, que sempre se posicionou como um aliado do magistrado, optou desta vez manter um distanciamento estratégico do ministro, defendendo publicamente o avanço rigoroso das investigações.
Congresso, Imprensa brasileira , OAB e até mesmo a renomada revista britânica, publicou extensas reportagens detalhando a erosão da reputação do STF perante a opinião pública e o impacto do Caso Master no sistema financeiro Será o FIM do Alexandre Moraes ?



