Suspeitas que o navio teria sido utilizado como plataforma de reconhecimento, reunindo informações sobre rotas marítimas brasileiras.
Chegou ao fim, a estadia do grande navio hospital chinês que chegou ao Porto do Rio de Janeiro , repleto de mistérios no último dia 8 de janeiro. A embarcação, que oficialmente integra uma missão humanitária, levantou suspeitas entre autoridades brasileiras por carregar equipamentos de inteligência capazes de coletar dados estratégicos sobre portos e características geográficas do litoral do país. Logo quando atracou no Porto do Rio, profissionais de saúde do Estado foram impedidos de acessarem o navio. O fato resultou em um incidente, onde chegou envolver um representante do Consulado Chinês. No dia do ocorrido, um caminhão com militares chineses, foram usado para resguardar a embarcação.
A autorização para a atracação foi solicitada pela China em 15 de setembro de 2025, por meio de uma nota diplomática que pedia permissão de permanência entre 8 e 15 de janeiro, mas não mencionava os objetivos da viagem nem fazia referência à chamada Missão Harmony 2025, descrita depois como a primeira operação humanitária internacional do Ark Silk Road. O episódio causou desconforto diplomático em Brasília, especialmente por conta do momento de tensão geopolítica que ocorre na América Latina. Informações dão conta, que o navio teria sido utilizado também como plataforma de reconhecimento, reunindo informações portuária e rotas marítimas brasileiras.
Enquanto esteve atracado no Porto do Rio, o navio foi alvo de muitas suspeitas por parte das autoridades portuárias, já que a embarcação é repleta de sensores, antenas e radares instalados em sua estrutura externa, com tecnologias que ampliam sua capacidade de vigilância e coleta de dados. Pelo sim ou pelo não , as suspeitas jamais poderão ser descobertas, já que o navio deixou o Rio de Janeiro na tarde desta quinta feira (15). Segue o mistério .



